Eu quero sim
viver por muitos anos,
me condenar por não ter feito planos,
olhar pra trás e ver que mesmo por engano
tenha tomado sábias decisões.
Eu quero sim
encarar o amor verdadeiro,
buscar detrás do manto da mentira
toda pureza a mim tão prometida.
Eu quero sim é ser sincero
falar ao mundo aquilo que espero
de mim, dos outros,
de quem diz me entender.
Eu quero sim também ser triste
pois total felicidade só existe
na mente pobre que ignora o ser.
Não há contento, alívio, apenas em crer.
Eu quero mesmo é não querer mais nada
e que essa longa e quente madrugada
abafe as vozes de tanto querer.
7 de nov. de 2009
6 de out. de 2009
Mi tango a Marcella
Si Marcella viste
Todos sus sueños desabar
Sin una razón
Ella assistiria mi desesperar
Si Marcella sonriestes
Cuando llorava a orar por usted
Mi pecho que sufres
No iba ruir como lo haces
Y Marcella dice
Vos solo nunca moriras
Intenta entenderlo
No te puedo amar
Llegam las lagrimas
Mis sentimientos, corazón
Miran que la vida
Sin ella és ilusión
Yo solo tomo
Noche y dia sin parar
Buscando em mis versos
Mi arrepentir a ser un idiota
Un loco...
Un loco...
Por una vez más
Todos sus sueños desabar
Sin una razón
Ella assistiria mi desesperar
Si Marcella sonriestes
Cuando llorava a orar por usted
Mi pecho que sufres
No iba ruir como lo haces
Y Marcella dice
Vos solo nunca moriras
Intenta entenderlo
No te puedo amar
Llegam las lagrimas
Mis sentimientos, corazón
Miran que la vida
Sin ella és ilusión
Yo solo tomo
Noche y dia sin parar
Buscando em mis versos
Mi arrepentir a ser un idiota
Un loco...
Un loco...
Por una vez más
21 de ago. de 2009
Como vai a vida?
Ora, quem dirá?
Vou dizer.
Apenas vai,
de um jeito
ou de outro
apenas vai.
Às vezes
a mil,
às mil
maravilhas.
Às vezes
aos poucos,
devagar,
a fogo brando.
Mas a peça
certa
que nos prega
o destino
comum
é inegável,
é uma só.
Ao passo
do tempo,
na flor da idade
ou na beira
da senilidade,
completa
se esvai...
Vou dizer.
Apenas vai,
de um jeito
ou de outro
apenas vai.
Às vezes
a mil,
às mil
maravilhas.
Às vezes
aos poucos,
devagar,
a fogo brando.
Mas a peça
certa
que nos prega
o destino
comum
é inegável,
é uma só.
Ao passo
do tempo,
na flor da idade
ou na beira
da senilidade,
completa
se esvai...
13 de jul. de 2009
Modéstia pouca
“Envaidecida por perfeita forma,
encabulada em pensamentos tolos,
diante de mim contemplo o que acredito
ser o resumo do belo infinito.”
Sorri sincera à sua imagem pura
de jovem dama embebida em doçura,
com gestos leves desliza faceira
a áurea escova em loura cabeleira.
“Acho até graça ao ver que meu reflexo
calado geme como sinfonia,
então só faz o que a ele cabe
e admira plena poesia.”
Mesmo o espelho treme inseguro
ao contemplar tamanha ousadia,
de um dia há pouco a jovem menina
se transformou numa grande vadia.
Lá fora sangram pesadelos da noite,
ressoam gritos de clemência ao longe,
junto ao uivar das desgraças da rua
formam o culto da vaidade nua.
Só mesmo débeis ignoram ela,
não fazem caso ao ondular de tranças.
Irá beber da fonte da tristeza
aquele que não se render à beleza.
encabulada em pensamentos tolos,
diante de mim contemplo o que acredito
ser o resumo do belo infinito.”
Sorri sincera à sua imagem pura
de jovem dama embebida em doçura,
com gestos leves desliza faceira
a áurea escova em loura cabeleira.
“Acho até graça ao ver que meu reflexo
calado geme como sinfonia,
então só faz o que a ele cabe
e admira plena poesia.”
Mesmo o espelho treme inseguro
ao contemplar tamanha ousadia,
de um dia há pouco a jovem menina
se transformou numa grande vadia.
Lá fora sangram pesadelos da noite,
ressoam gritos de clemência ao longe,
junto ao uivar das desgraças da rua
formam o culto da vaidade nua.
Só mesmo débeis ignoram ela,
não fazem caso ao ondular de tranças.
Irá beber da fonte da tristeza
aquele que não se render à beleza.
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